Câmara vota nesta quarta a possibilidade de reeleição da mesa diretora – Câmara Municipal de Chã Grande

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Câmara vota nesta quarta a possibilidade de reeleição da mesa diretora

Publicado em 12 de julho de 2017, por Paulo Sérgio

A Câmara Municipal de Chã Grande faz nesta quarta-feira (12), a terceira reunião ordinária do terceiro período. Em pauta devem constar a votação de projetos e decretos. O principal assunto da reunião de hoje, com início às 20h, será a votação da Proposta de Emenda à Lei Orgânica Municipal, de número 001/2017, de autoria da mesa diretora da Casa Paulo Viana de Queiroz.

Votada em primeira discussão na última reunião, sendo aprovada por oito votos favoráveis e três contrários, a proposta autoriza que a atual mesa diretora da Câmara, presidida pelo vereador Jorge Luís (PR), com os vereadores Ninho Moto Táxi (PR), 1º Secretário, e Inaldo do Raio-X (PT do B), como 2º secretário, possa se submeter ao processo eleitoral para o próximo biênio (2019-2020).

Caso seja aprovada também nesta quarta-feira, a proposta passará a ser utilizada, substituindo a anterior, datada de 2012, que veta a reeleição da mesa diretora. Para o presidente Jorge Luís, a matéria deve receber a maioria absoluta dos votos. “É uma votação com maioria absoluta, por se tratar da mudança do Regimento Interno. É necessário que seja aprovado por dois terços da Casa. Conseguimos na votação anterior e esperamos hoje também”, disse.

Decretos – Outro ponto importante da reunião desta quarta será a votação dos Decretos 001 e 002/2017, de autoria também da mesa diretora da Câmara Municipal. Os documentos foram apresentados na última sessão, tratando da anulação das votações das contas do prefeito Diogo Alexandre, durante os exercícios 2007 e 2010.

Para serem aprovados, os decretos precisam receber a maioria simples, ou seja, pelo menos seis dos vereadores. Segundo o entendimento da mesa diretora, foram constatadas falhas nos processos de votação. Além do mais, o Tribunal de Contas teria recomendado a aprovação das contas do gestor, que não foi atendido pela Câmara durante a votação das contas, anos trás.


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